April 9 , 2012

Hormone Foundation publica posicionamento sobre os Desreguladores Endócrinos

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Você sabia que todos nós podemos estar expostos a substâncias que, silenciosamente, comprometem o funcionamento do nosso organismo, em especial dos nossos hormônios?  Essas substâncias, chamadas desreguladores endócrinos, podem estar presentes no ar, água,  solo e em alguns alimentos. Um contato intenso, contínuo e prolongado com elas pode ter impacto negativo na nossa saúde em várias etapas da vida: no desenvolvimento do feto, no crescimento das crianças e adolescentes, na saúde reprodutiva das mulheres e dos homens e até mesmo aumentar o risco das pessoas desenvolverem doenças  graves, como alguns tipos de câncer.  Neste momento é importante estarmos informados e atualizados sobre o que a ciência tem nos ensinado sobre o efeito dessas substâncias na nossa saúde.

Confira o posicionamento da Hormone Foundation da Endocrine Society. O texto foi traduzido pelo representante da instituição americana e membro da SBEM, Dr. Luiz Cláudio Castro.

Compostos químicos ambientais desreguladores endócrinos – Hormone Foundation

 

 

April 9 , 2012

FDA mantém BPA nas embalagens de alimentos

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No último dia 30 de março a  agência americana para a segurança dos alimentos (FDA) anunciou que deverá manter   autorização para a presença do composto químico bisfenol A nas conservas e sucos, alegando que não há provas científicas sobre sua toxicidade para seres humanos.

O bisfenol A (BPA),  composto químico utilizado em latas de conserva, mamadeiras, embalagens de sucos e garrafas plásticas, de policarbonato, é apontado como um desregulador endócrino e como potencial  causa de alguns tipos de câncer, como mama e próstata, elém de outras doenças que afetam o sistema reprodutivo e desenvolvimento neurológico.

A organização americana Natural Resources Defense Council (NRDC) apresentou em 2008 à FDA um pedido para proibir o uso do BPA, citando estudos sobre sua possível responsabilidade em anomalias cromossômicas, aborto involuntário, diabetes, problemas cardíacos e disfunção eréctil.

De acordo com o órgão federal , a FDA rejeitou o pedido da NRDC por falta de dados científicos necessários para mudar a norma vigente.

Embora haja pesquisas que apontam supostos  efeitos nocivos do BPA à saúde humana,  enquanto os estudos não são conclusivos, os representantes da FDA ressaltam que  permanecem sérias dúvidas sobre estes estudos, especialmente em relação ao impacto do BPA nos seres humanos.

O Canadá foi o primeiro país, em 2009, a proibir embalagens de plástico fabricadas com BPA rígido, uma medida seguida por outros países, como França e Dinamarca.

Na França, o BPA será proibido em todas as embalagens de alimentos a partir de 2014.

No Brasil, a Anvisa determinou a proibição das mamadeiras com BPA desde janeiro deste ano.

Os especialistas brasileiros mantém posicionamento contra a utilização do BPA

Baseados no princípio de precaução, os médicos endocrinologistas que integram o GTDE (Grupo de Trabalho em Desreguladores Endócrinos) e que estão à frente da Campanha “Diga não ao bisfenol A, a vida não tem plano B”, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), defendem a proibição da comercialização de embalagens plásticas que contenham em sua composição o bisfenol A (BPA). “A exemplo do que presenciamos com relação às mamadeiras e produtos infantis feitos à base de policarbonato, proibidas de serem comercializadas desde janeiro deste ano pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), consideramos que o uso dos demais produtos e embalagens, especialmente aquelas que acondicionam alimentos e que entram em contato diretamente com o organismo humano, devam ser evitadas, uma vez que há evidências de que tal substância possa afetar o desenvolvimento neurológico e sistema reprodutor, podendo causar doenças crônicas como o diabetes, infertilidade, câncer”, informa a Dra. Elaine Frade Costa, coordenadora do GTDE.

 

March 21 , 2012

Estudo avalia associação entre o BPA e a pressão arterial

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Produzido em larga escala no mundo todo, o BPA tem sido alvo de pesquisas que o revelam como potencial desregulador endócrino, associado  ao ganho de peso, resistência insulínica, diabetes mellitus, dislipidemia, aumento da concentração de marcadores de estresse oxidativo e inflamação e com doença cardiovascular. Em um recente estudo publicado no Journal of Environmental and Public Health, os autores Anoop Shankar e Srinivas Teppala avaliam se há associação entre BPA e hipertensão arterial na população americana.

Para isso, avaliaram as concentrações urinárias de BPA em 1380 indivíduos adultos acima de 20 anos, com dados provenientes do NHANES 2003-2004.

Os dados coletados foram: idade, sexo, etnia, tabagismo, alcoolismo, índice de massa corporal, pressão arterial, presença de diabetes e concentrações séricas de lipídeos.

Como conclusão encontraram que os altos valores urinários de BPA estão associados à hipertensão arterial nesse grupo de indivíduos, independente da presença de outros fatores de risco para hipertensão. A principal limitação do estudo de acordo com os autores é que se trata de estudo transversal, impossibilitando estabelecer causa-efeito entre as associações observadas. Portanto, estudos prospectivos são necessários e, se for confirmada essa associação, seria importante a redução da exposição ao BPA como uma das estratégias na prevenção da hipertensão arterial.

October 7 , 2011

GTDE participa de debate sobre o bisfenol A em Campinas

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A Câmara Municipal de Campinas realiza em plenário, nesta sexta-feira, às 14h, evento para esclarecimentos sobre o Projeto de Lei nº 342/2011, que proíbe a comercialização de mamadeiras, chupetas e outros produtos utilizados para acondicionar alimentos e/ou bebidas destinados ao consumo de crianças, adultos e animais, que contenham na sua composição o produto químico bisfenol A (BPA), no âmbito do município de Americana.
O requerimento partiu do vereador Jairson Valério dos Santos, autor da proposta que está em tramitação na Casa.
O encontro conta com o apoio do GTDE (Grupo de Trabalho em Desreguladores Endócrinos) da Regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM-SP) e do site “O Tao do Consumo”. Para falar sobre os potenciais riscos da substância à saúde humana, as palestrantes serão a Dra. Dra. Elaine Costa, médica endocrinologista da SBEM-SP e do Hospital das Clínicas, professora e membro do Grupo de Trabalho em Desreguladores Endócrinos (GTDE) da SBEM-SP e a Dra. Laura Sterian Ward, RA, Livre-Docente em Clínica Médica pela Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, professora Associada nível MS-5 da UNICAMP e Chefe do Laboratório de Genética Molecular do Câncer da FCM. Presidente do Departamento de Tireoide da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, representante do Brasil na World Thyroid Federation. A co-criadora do site O Tao do Consumo, Fabiana Dupont, fala sobre a presença de químicos tóxicos em embalagens de alimentos.
DEBATE PÚBLICO “BISFENOL-A PERIGO PRESENTE”
07/10/2.011, ÀS 14 HORAS
CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPINAS
AV. ENG. ROBERTO MANGE N.° 66, PONTE PRETA.
(19) 3736-1680 (19) 3736-1680
[email protected] ou
[email protected]

September 15 , 2011

ANVISA decide proibir a venda de mamadeiras com bisfenol A

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Médicos, autoridades e ativistas no movimento contra o bisfenol A têm hoje um mmomtivo para comemorar: a ANVISA decide proibir o uso do Bisfenol A em mamadeiras.A proibição entre em vigor em janeiro do ano que vem.

Confira a reportagem publicada nesta quinta-feira no Jornal Hoje, da Rede Globo:
Anvisa decide proibir venda de mamadeira de plástico feitas com uma substância chamada BPA

Fonte: Tierno Press Assessoria

September 6 , 2011

Possíveis efeitos nocivos do bisfenol A geram discussões em todo o mundo

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Por Tania Bachega – Coordenadora do GTDE (Grupo de Trabalho em Desreguladores Endócrinos) da SBEM-SP

O bisfenol A é um composto sintético utilizado em larga escala tanto na produção de plásticos, contendo policarbonato, como também na produção da resina epóxi, que faz parte do revestimento interno de latas que acondicionam bebidas e alimentos.
Os possíveis efeitos nocivos do bisfenol A a saúde humana tem sido motivo de grandes debates em todo mundo, uma vez que ele é considerado como sendo um desregulador endócrino: substância que pode interferir no funcionamento normal do sistema endócrino.
Até recentemente, a ação de desregulador endócrino no homem era extrapolada a partir dos resultados de estudos científicos observados em animais. Esta hipótese foi agora confirmada em humanos, em trabalho desenvolvido por cientistas do Reino Unido em conjunto com agências locais de proteção ambiental, em uma amostra representativa de população italiana. Os autores demonstraram que o BPA é um xenoestrógeno, isto é, atua no homem de forma similar ao hormônio estrógeno. Foi observado que, à medida que se identificava concentrações maiores de BPA na urina destes indivíduos, havia uma proporcionalidade no aumento da função do receptor de estrógenos, local onde se liga o hormônio para exercer seus efeitos nos tecidos.
A importância dos resultados desta pesquisa ratifica a necessidade da tomada de medidas de prevenção e de precaução quanto à exposição ao BPA. Acredita-se que esta exposição seja ubíqua e que ocorra principalmente através da contaminação de alimentos.
A contaminação humana já foi demonstrada em estudos com populações americana e européia, os quais identificaram partículas de BPA na urina em mais de 90% dos indivíduos avaliados.
Vale a pena ressaltar que alguns dos efeitos deletérios do bisfenol, como por exemplo, os de alterar a ação dos hormônios da tireóide, a liberação de insulina pelo pâncreas, bem como os de propiciar a proliferação das células de gordura, foram observados com doses nanomolares, ou seja, doses extremamente pequenas, as quais seriam inferiores à suposta dose segura de ingestão diária. (Fonte: Melzer et al, Environmental Health Perspectives, 2011).

August 26 , 2011

Congresso de endocrinologia discute o tema desreguladores nesta sexta

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CBAEM COPEM que acontece no Centro de Convenções Frei Caneca. São Paulo/SP, Brasil - 26/08/2011. Foto: Celso Pupo / DC Press

Às 16h00 desta sexta-feira o tema Desreguladores Endócrinos – o que todos precisamos saber será apresentado no CBAEM/COPEM – 2011, evento promovido pela SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia).
A médica da Regional São Paulo da SBEM, Dra. Elaine Frade Costa, membro do GTDE (Grupo de Trabalho em Desreguladores Endócrinos), apresenta aos colegas estudos atualizados sobre o tema, com ênfase ao bisfenol A.

Leia mais: http://sbemsp.org.br/blog/

Fonte: Tierno Press

August 11 , 2011

Projeto de Lei proíbe o bisfenol A no Estado de São Paulo

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Foi publicado nesta quinta-feira o Projeto de Lei no. 737, que proíbe a comercialização de mamadeiras, chupetas e outros produtos utilizados para acondicionar alimentos e/ ou bebidas destinados ao consumo de crianças, adultos e animais, que contenham na sua composição o produto químico Bisfenol A (BPA), no Estado de São Paulo.
O Projeto de Lei de no. 737, de autoria do Deputado José Bittencourt, do PDT, apresenta os riscos da substância à saúde humana e, a exemplo de outros países, sugere a suspensão do componente químico, tendo como base o princípio de precaução.

Leia o Projeto de Lei na íntegra: http://www.imprensaoficial.com​.br/PortalIO/DO/BuscaDO2001Doc​umento_11_4.aspx?link=%2F2011%​2Flegislativo%2Fagosto%2F11%2F​pag_0025_AURVMEH1DEI5MeAPLJB79​S48FRC.pdf&pagina=25&data=11%2​F08%2F2011&caderno=Legislativo​&paginaordenacao=100025

August 5 , 2011

Cresce o número de municípios brasileiros dispostos a proibir o bisfenol A

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A aprovação de lei na Câmara dos Vereadores de Piracicaba em junho alavancou o debate em todo o país

A lei que proíbe a comercialização de produtos que contenham bisfenol A em Piracicaba ainda aguarda a sanção do prefeito, mas a aprovação da medida pelos vereadores da cidade do interior de São Paulo suscitou o interesse de parlamentares de todo o Brasil em expandir a iniciativa. Em Campinas (SP), Sorocaba (SP), Americana (SP) e Bauru (SP) já foram protocolados projetos de lei que visam proibir a substância química encontrada em produtos e embalagens de plástico. Também já há vereadores interessados em propostas semelhantes em Salvador (BA), Rio Claro (SP) e Tupã (MG).
O bisfenol A é usado na fabricação do plástico e no revestimento interno de latas de bebidas e de alimentos. Segundo pesquisas, pode provocar puberdade precoce, câncer, alterações no sistema reprodutivo e no desenvolvimento hormonal, infertilidade, aborto e obesidade. Por conta disso, já foi proibido na União Europeia, no Canadá, na China, na Malásia e na Costa Rica. Onze estados americanos também já vetaram o BPA em
mamadeiras e copos infantis.
Nesta segunda-feira foi a vez de Campinas. O projeto de lei 342/2011 é do vereador Jairson Valério dos Santos (PT). A proibição inclui a comercialização de mamadeiras, chupetas e outros produtos utilizados para acondicionar alimentos e/ou bebidas destinados ao consumo de crianças, adultos e animais que contenham na sua composição o produto químico bisfenol A (BPA) no âmbito do município de Campinas.
Em Bauru o pedido foi protocolado sob o número 157/11 pelo vereador Fernando Mantovani (PSDB). O projeto prevê a proibição da comercialização de mamadeiras e chupetas fabricadas com o bisfenol A entre seus elementos de composição. Segundo a proposta, os estabelecimentos comerciais teriam 120 dias para se adequarem à lei, mas a matéria não propõe penalidades duras. O autor explica que aposta na conscientização popular e dos comerciantes para que a medida seja colocada em prática no município. Ele toma como exemplo o fato de muitos produtos já destacarem que são livres de bisfenol A nas embalagens e a conscientização sobre o tema fará com que os próprios comerciantes optem por produtos que não contêm o químico.
Já em Americana o vereador Capitão Crivelari (PP) propôs um projeto de lei idêntico ao aprovado em Piracicaba. A intenção é proibir o bisfenol A não apenas em chupetas e madeiras, mas também em outros produtos utilizados para acondicionar alimentos e bebidas destinados ao consumo de crianças, adultos e animais. Na justificativa do projeto, o autor argumenta que a questão afeta diretamente a saúde humana, especialmente a das crianças.
O mesmo objetivo foi apresentado em Sorocaba pelo vereador João Donizeti Silvestre (PSDB). Ele afirma que o químico é muito usado em plásticos e resinas e foi considerado cancerígeno em vários estudos científicos. O parlamentar ainda cita a proibição já consolidada em países como Canadá, Dinamarca e Costa Rica.
Em Tupã a vereadora Maria Lucilía Donadelli propôs à prefeitura e à Secretaria de Saúde uma campanha de divulgação para alertar a população sobre os perigos do bisfenol A. Além disso, em Rio Claro, em Campos do Jordão e em Piracicaba também já foram realizados eventos sobre o tema.
Entre as capitais, Salvador já demonstrou interesse e, assim como outras 200 cidades brasileiras, solicitou cópia do projeto ao vereador piracicabano Capitão Gomes, autor do primeiro projeto de proibição de bisfenol A no Brasil.
Em âmbito federal, já está em tramitação na Câmara dos Deputados um projeto de lei assinado por Alfredo Sirkis (PV) que proíbe a comercialização da substância química em qualquer produto ou embalagem e, no Senado, Gim Argello propôs recentemente a proibição do bisfenol A em chupetas e mamadeiras em todo o território nacional.
Tais iniciativas fortalecem as ações da SBEM-SP (Regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia), engajada desde julho do ano passado na Campanha “Diga não ao bisfenol A, a vida não tem plano B”, frente à divulgação dos perigos do bisfenol A.” Embora a ANVISA considere que não seja necessária a rotulação das embalagens plásticas, a sociedade está se mobilizando cada vez mais, o que naturalmente provocará uma mudança no consumo e a conscientização e adaptação dos fabricantes”, alerta a Dra. Tania Bachega, Coordenadora da campanha e do GTDE (Grupo de Trabalho em Desreguladores Endócrinos da SBEM São Paulo).
Para este, ano além de palestras realizadas em várias cidades, a entidade está organizando o II Fórum SBEM-SP sobre desreguladores endócrinos: “Como a exposição diária afeta a saúde humana”, que será realizado em novembro, em São Paulo.

Fontes: O Tao do Consumo
Tierno Press Assessoria

July 29 , 2011

Endocrinologista fala sobre o bisfenol na Rádio CBN, neste sábado

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Na manhã deste sábado, entre 09h00 e 10h00, a médica endocrinologista Tania Bachega, Coordenadora do GTDE (Grupo de Trabalho em Desreguladores Endócrinos) da SBEM SP (Regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia) fala sobre a campanha “Diga não ao bisfenol A, a vida não tem plano B”.

A entrevista vai ao ar no programa Caminhos Alternativos da Rádio CBN.

Não percam! http://cbn.globoradio.globo.com/programas/caminhos-alternativos/CAMINHOS-ALTERNATIVOS.htm

Fonte: Tierno Press Assessoria